terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Motéis histórias engraçadas



Quem não tem uma pra contar, pelo menos já ouviu alguma história engraçada ocorrida em um motel. Você vai conhecer aqui alguns casos pitorescos

A estudante Paula Teixeira* e seu namorado já passaram por um susto em um motel, que hoje é motivo de risada. Os dois estavam na cama quando ouviram passos dentro do quarto. Na hora, eles se enrolaram no lençol e gritaram que tinha gente ocupando o lugar.
"Fiquei com medo. Uma noite antes tinha assistido ao ‘Cidade de Deus’ e no começo do filme matam pessoas em um motel. Já achei que era ladrão", confessa Paula. Na verdade, era apenas uma funcionária perdida. Ela tinha que conferir se o quarto ao lado estava limpo, se enganou e abriu a porta errada. A moça só percebeu o erro quando viu o casal. "Nem consigo imaginar o que ela pode ter visto. Acho que ela viu partes do meu corpo que nem eu conheço", brinca a estudante.

Fernanda Silva* e seu noivo passaram por um episódio parecido. A contadora e o parceiro não perceberam que a porta do quarto, que levava aos corredores de circulação dos funcionários, estava aberta e começaram a namorar. "Quando a gente estava quase nos ‘finalmentes’, eu senti uma coisa estranha. Fui ver, tinha uma mulher com uma pilha de lençóis nas mãos olhando a gente. Eu gritei e o meu noivo pensou que eu estava empolgada. Até eu berrar ‘tem gente olhando’ e apontar para porta", diz.

A contadora se escondeu atrás da cama enquanto o noivo ligava para a recepção. "Não sei o que aconteceu com a funcionária da limpeza, mas ganhamos uma cortesia no motel", garante Fernanda.

O enfermeiro Renato Lima* também tem uma história engraçada. "Na hora foi constrangedor, mas agora dou muita risada quando conto para os outros", diz. Ele estava com seu namorado em um motel, quando começou a ouvir barulhos do quarto ao lado. "Eles estavam gemendo muito alto e isso estava me desconcentrando. Então, eu e meu namorado começamos a gemer mais alto. O outro casal percebeu e fez mais alto ainda, daí ficamos nessa", conta o enfermeiro.

A gritaria parou momentaneamente devido a uma ligação da recepção. "Ligaram e falaram: ‘senhores, por favor, tem quarto reclamando’. Eu comecei a falar que tinham é que brigar com o outro quarto. Não deu 20 segundos e ouvimos o telefone tocando no quarto ao lado", lembra. Resultado? Uma nova sessão de gemidos. "Acho que o casal se revoltou e quis descontar. Eles gemiam muito alto, pareciam gatos no cio. Só pararam quando o meu namorado deu um soco na parede", conta Renato.

Depois do "soco", o enfermeiro e seu parceiro receberam uma nova ligação da recepção. ‘Por favor senhores, não ameacem o quarto ao lado’. Eu me matei de rir, a gente não conseguiu fazer mais nada depois dessa", lembra Renato. O casal deixou o quarto e foi reclamar na recepção "Comecei um discurso de como eles não deviam interferir na vida dos clientes e que deveria ter liberdade de expressão para gritar e socar paredes. Eles pediram desculpa e me deram um cupom de desconto", conta o enfermeiro.

* Nomes fictícios


Sandra Botelho

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Quem fala o que quer...


Essa foi engraçada...


Duas alunas nutriam uma antipatia mutua.
Vou chamá-las Ana e Júlia.
pois então,
Um dia Ana já cansada das provocações de Júlia,
decidiu que naquele dia não ia se calar,
Ana é uma menina vaidosa que adora se enfeitar, as vezes até exagera.
Para ir a escola usa rimel, batom, blush, etc. Fica parecendo uma boneca.
Usa brincos enormes de argola, lindos , para mim que adoro argolas, mas
muito exageradas para uma menina.
Mas como diz o ditado:O que é de gosto regalo da vida
Bom Ana chegou a sala de aula parecendo uma arvore de natal:
Brinco de argolas enormes, maquiagem impecável, roupas um tanto extravagantes...
Mas toda essa super produção não a deixava menos bonita, alem de ser uma garota muito inteligente e boa aluna
Júlia já lhe esperava para o costumeiro deboche.
Júlia é uma daquelas meninas, centradas, discretas, porem de uma personalidade duvidosa. meio mazinha , se me entendem...
Quando Ana entrou na sala de aula, Antes mesmo que colocasse seus objetos na carteira. Júlia já lhe lançou o veneno.
E disse: Sabia que putas é que usam argolas deste tamanho na orelha?
Ana que tinha decidido não mais ficar quieta, respondeu sem nem ao menos pestanejar:
Ah é?
Então porque você não pendura logo um bambolê na sua orelha?
A classe caiu em gargalhadas, e Júlia calou-se e se recolheu...
Quem fala o que quer...

Sandra Botelho

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O conto do porta malas


Carnaval antecipado, animação total...
Vamos para o Carnaval antecipado de Carrancas, cidadezinha pequena mas encantadora...
Onde o Carnaval acontece uma semana antes que o normal,
Trio elétrico na rua, visitantes do Brasil inteiro. Carrancas fica no interior de minas gerais, rodeada por cachoeiras maravilhosas para onde os foliões vão durante o dia a fim de curar a ressaca da noite anterior.
Uma maravilha, pular a noite toda, no outro dia, refrescar a mente e o corpo em uma deliciosa queda d'agua.
Combinamos com um casal de amigos e decidimos ir , mas surge um problema: Onde dormir?
Não havia pousadas disponíveis mais na cidade...
Ninguém tinha barraca, nem pra emprestar...
Droga será que não íamos este ano?
Ah! não, dormiríamos dentro do carro, nosso casal de amigos nos bancos da frente e nós no banco de trás.
Resolvido o problema lá fomos nós...
Naquele tempo que ainda não tínhamos o bafometro e muito menos juízo...Fomos bebendo a viagem todaaaa. Eita irresponsabilidade!
Chegamos, vixi! A cidade lotada, tudo de bom, muito axé, muita gente bonita e muita cerveja.
Pulamos a noite toda, qdo o sol deu de nascer no horizonte, bateu o cansaço...
Nossos amigos já tinham ido dormir, sumiram cedo e nós não entendemos o porque.
Chegamos no carro, um dormia no banco da frente e o outro no banco de trás. Chamamos... E chamamos de novo...nada...!!!
Logo percebemos que tinham brigado, afinal era o que mais faziam, brigavam...Rsrsrsr
Então pegamos a chave e decidimos dormir no porta-malas.
Pensamos..." Ah! O corcel tem um porta malas enorme, então teremos mais conforto que os dois..."
Deitamos e quando começávamos a dormir...
A catástrofe aconteceu... Algum f.d.p. bateu a porta do porta malas, mas o pior é que estávamos com a chave lá dentro.
Começamos a gritar ao nosso amigo e ele não acordava, passaram-se trinta segundos e eu já estava entregando minha alma a Deus.Já sentia falta de ar e o escambal.
Quando ele acordou pedimos que arrumasse um pé de cabra e arrebentasse o porta malas, ele tirando uma com a nossa cara disse: Tá louco, vocês não tem dinheiro pra consertar a porta depois não"..E ria da gente, eu queria esganar ele.
Já tremia , suava, sentia falta de ar, tinha dor de cabeça, barriga, enfim estava a um passo da morte, isso porque faziam só uns três minutos que estávamos naquele porta malas.
Escuro sem espaço pra se mexer, até que comecei a pedir a Deus que não nos deixasse morrer ali, tinha minha filhinha pra criar. E nosso amigo ria... E dizia...Vocês não vão morrer não, nunca ouvi falar de alguém que morresse por ficar por três minutos em um porta malas.Que ódio, eu pensava... Quando sair daqui, se eu sair, vou matar ele.
Com muito custo descobrimos que o auto falante de trás não tinha miolo, então dava pra passar a chave por lá para o nosso amigo, e foi o que fizemos...
E mesmo assim ele ainda enrolou um pouco até abrir.Rindo e dizendo gracinhas, totalmente sem graça, para alguém que estava a um passo da morte.
Quando eu sai de lá, me senti renascendo...isso porque ficamos lá dentro mais ou menos 5 minutos, mas pra mim pareceu uma eternidade.
Nem sei o que foi pior, ficar presa dentro do porta malas, ou aguentar o colega de trabalho do meu marido, que tinha um programa sertanejo na radio, toda manha, dizendo que tínhamos entrado lá pra fazer" matrifusia "( diga-se em bom português, transar)E aguentar todo mundo nos zuando na rua
Mas como tudo na vida. valeu pela experiência...
Aprendemos a nunca viajar ou ir pra onde quer que fosse sem reservas em uma boa pousada, ou ao menos uma barraquinha.
Rsrsrsrsrs!!!
As vezes se morre mais pelo medo de morrer, do que por motivos reais...
Moral da história, a mente comenda tudo, impossível

sandra Botelho!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Timidez...


Será que ele esta olhando pra mim?
Olho em volta... com aquele olhar que diz: Será que tem alguma mulher maravilhosa aqui por perto?
Porque ele olha em minha direção?
Será que estou com uma mancha no vestido? Eu mato a Josilda... mandei que lavasse meu vestido separado das outras roupas.
Já sei vou ao banheiro ...Fui correndo meio sem jeito debaixo daquele olhar que eu jurava não ser pra mim, mas por via das duvidas... E por causa daquele olhar eu tropecei duas vezes.
Que vergonha...que vergonha....!
Ué mas não tem mancha nenhuma, meu vestido tá completamente limpo, nem uma costura solta nada.
Será que estou com a maquiagem borrada? Melhor retocar...
Pronto tudo certo. Mas esse vestido tá colado demais, devia ter colocado o preto é mais básico.
Bom vou voltar pra festa, tenho certeza que aquele olhar não era pra mim.
Rsrsrsrs! Só eu mesma, meu Deus, claro que ele estava olhando pra alguma amiga ou alguma loirona dessas que usam um vestido tipo"Mostra tudo".
Devagar e cabisbaixa voltei...
Droga tropecei de novo. Mas que boba ele não estava olhando pra mim, não estava.
Me ajeitei no meu banco e pedi uma dose.
Ai Jesus me chicoteia, ele estava ali ainda me olhando e dando aquele sorriso que parecia mais um raio de sol, que homem maravilhoso, que deus grego...
Socorro! Alguem tem um saco de papel ai? Pra eu colocar na cabeça e fugir daqui?
Ah não; Vou correr, ele está vindo, vou engolir a dose toda, vixi, engasguei...Que mico.
Oi,
Oi, cof, cof,cof,riso amarelo
O que foi engasgou?
Não, é só uma tossinha chata...encostei o braço no copo e ele espatifou no chão.
Opa! Tá nervosa?
Eu? Imagina, porque devia estar?
Não sei, está tremendo e vermelha...
E... e... e...eu? Eu não nem fico vermelha imagina.
Qual seu nome?
Porque?
Só pra saber, eu me chamo Lucas, muito prazer?
Igualmente, quer dizer eu me chamo ...
Vamos dançar?
Dançar?Você comigo?
Claro rsrsrsrsr...
Va, va, va vamos.
Uma, duas, três, quatro. Chega .
Vamos parar?
Porque?
Vou acabar transformando teus pés em massa de pastel, rsrsrsr!
Você é rara sabia?
Eu, porque? Porque sou desajeitada, tímida, boba, e piso nos seus pés enquanto danço?
Não, porque você é linda, meiga e ainda fica ruborizada.
Gente o resto não preciso nem falar neh?
Acho que os homens estão sentindo falta de mulheres que ainda ficam ruborizadas diante deles.
Por isso nunca nos esqueçamos que mesmo sendo feministas, nunca devemos deixar de ser femininas.
Que tal ser a caça, ao invés da caçadora?
Eita noite boa...

Sandra Botelho!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Amiga solteira amiga parceira???



Bom, esse é um dilema que muito acomete à nós, encalhadas de plantão, e as que dispõe de um estado civil ocupado.
Porque verdade seja dita, algumas garotas se esquecem completamente da vida, ou melhor do resto de suas vidas, quando estão enamoradas...
Passeando pelo orkut de uma amiga minha, vi essa comunidade que muito me chamou atenção..
Fiquei analisando, como sempre, rsrs. Se eu entrava ou não.
Eu não podia fazer injustiça, a poucas, mas boas amigas que tenho, que casadas ou namoradas, não se esquecem de mim, e tentam manejar a vida a dois, com a vida a várias.
Mas, por outro lado, existem aquelas que aos poucos vão se encarcerando num casulo insuportável. E pasmem, com as chaves no pulso.
Dependem delas. Sempre delas!
Eu acho deplorável, embora um tanto perdoável.
Mas acontece, que para algumas pessoas, namorado e amigas são duas pontas de uma corda que não se juntam.
Achar o amor da sua vida, ter alguém para rir, para chorar, para contar, para brigar, para chamar de seu é legal, faz bem pra pele, para saúde, pra mente e sobretudo para o coração esse músculo pensante, ás vezes um tanto irritante. Mas preservar aquelas pessoas que fizeram parte de toda a sua história é vital. Muito mais do que a paixão pelo seu amor te deixa perceber.
  • A sua amiga, aquela que chorou no seu ombro, que comeu miojo de madrugada, que brigou com quem te magoou, que sorriu pra você, que chorou por amor, que dançou na chuva, que aceitou aquele programa de índio e fez dele inesquecível, enfim, aquela amiga, ou no melhor das hipotéses, amigas; ainda estão lá, num cantinho espremida apenas olhando de longe toda essa sua felicidade, mas sempre alerta a qualquer passo, que possa magoa-lá e deixar você pra baixo, para aí sim, não jogar na sua cara todo aquele momento de afastamento, mas sim, para enfiar a mão no fundo do poço e te arrastar de lá, a qualquer custo
Paula Lagôa

sábado, 24 de outubro de 2009

Sanduiche inesquecivel


Esta foi verídica. Preparem-se porque foi Hilário...
Bom estava ela muito feliz em rever seu irmão a muito tempo sumido.
Ao se encontrarem planejaram um acampamento,
foi uma alegria, iriam todos, filhos e filhas e marido e esposa, uma festa.
Tudo arrumado com maestria, por ele, um irmão amoroso e carinhoso demais.
Bom não posso a pedidos citar nomes reais, mas vamos chamá-la de Ana e ele de Diego.
Lá se foram em um sábado de manha com o carro apinhado de tudo que possam imaginar,
barracas, fogareiros, enxada, lampião facão...enfim tudo que se precisa para um bom acampamento
Chegaram...que delicia!
Mais que depressa Diego montou as barracas ele e o marido de Ana.
Barracas montadas Ana e a esposa de Diego foram fazer a janta, mas Diego não permitiu ele mesmo queria fazer tudo para agradar a irmã recem encontrada.
e Ana se deliciou com a comida.Deliciosa segundo ela.
Bom hora de dormir o dia seria longo e delicioso já que o céu estava repleto de estrelas.
Ah e as cachoeiras maravilhosas !Ana sempre gostou de lá, ia todo ano com a família.
Um paraíso disse ela,
Amanheceu e como esperado o dia estava lindo. o Céu de um azul perfeito.
mergulhar , correr escorregar nas pedras, cair na agua, atravessa a gruta. tudo perfeito...
Hora do almoço Ana cozinhou pra descansar o irmão... Aquelas comidas de acampamento sabe como é ? Macarrão, carne churrasco...tudo pratico.
Ah e muita cerveja gelada!
Todos almoçaram, arrumaram cozinha e voltaram a agua...
Ana sentiu fome e comentou com o irmão, ele mais que prestativo disse:
Não querida deixa que eu vou fazer um lanche inesquecivel pra você.
Obaaaaa! pensou ela feliz de ter ido com o irmão acampar, tão fofo ele, tão carinhoso, tão preocupado com ela logo ela, tão carente...
E o sanduiche era um manjar dos deuses, nossa lambeu os beiços..perfeito, um pouco gorduroso mais maravilhoso.Mas...Minutos depois alguma coisa roncou dentro dela e a barriga revoltada começou a dar sinais de insatisfação.
Ai meu Deus não tem banheiro só mato, Ana correu como uma louca...
Cadê o papel, pelo amor de Deus?
Ai que alivio... Primeiro ato.
Minutos depois... Segundo ato, terceiro e começou a anoitecer...
O desespero dela foi crescendo: Ai meu Deus, como vou fazer, está anoitecendo, como vou no mato a noite?
Tinha medo tadinha! Também a escuridão era plena...E o marido tinha bebido tanta cerveja durante o dia que não precisava contar com ele.Só fazia roncar...
Mas inteligente que era, pegou as garrafas de refrigerante dois litros, cortou-as ao meio e colocou-as na porta da barraca. A barriga doía a barraca abria, o cheiro rescendia...Rsrsrsrsrs!!
Coitado do marido e dos filhos, isso durou a noite toda, na manha seguinte foi pegar as garrafas ensaca-las devidamente e lixo.
Ana acabada só olhava para o irmão e pensava...Sanduiche seu nunca mais.
Enfim não há nada que não tenha um preço não é? até o carinho de irmão...Rsrsrsrsr
Como Diego havia dito, aquele foi mesmo um sanduiche inesquecivel.

Sandra Botelho!

Um mundo de dois


É quase impossível viver só.
Salvo os eremitas do sul do Nepal.
O fato é que a solidão é pouco amiga dos pobres mortais, como eu e você.
É culpa dela o fato de você sempre escolher o mal acompanhado do que o só.
Sempre acontece. E são tantos os motivos...
Estar só pode ser melhor professor do que muitos sentimentos que somos alçados a sentir nas decepções amorosas. Ela ensina tanto quanto a dor, só que lateja menos.
Muitas vezes estar só é um estado de espírito, pode -se estar só estando acompanhada, namorando, e pasmem casadas!!
A solidão só precisa ter prazo de validade latente.
E as diversas solidões quase nunca devem se encontrar.
A solidão amorosa, casa muito bem com a presença constante de grandes e eternos amigos.
E a solidão dos amigos, embora breve, pode e é muito chamativa naqueles momentos amorosos.
Estar só, não quer dizer, estar triste, ou deprimida. Quer dizer apenas que companhia de você mesmo, é muito boa, tão boa quanto a dos outros.
É apenas nos momentos a sós, conosco mesmo, é que descobrimos que detestamos amarelo, a música que toca na boate. Em que comemos aquele bolo de bata doce, apenas para agradar a sua tia. É só assim que descobrimos parte de nós, que vagam perdidas entremeios a convergências socias, educação e delicadeza.
E cá entre nós, todos precisam saber quem são.
Para só depois querer descobrir o outro..

Paula Lagoa